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Nome:
Turma: 82 Data: 17/08 – 21/08 |
ATIVIDADES
DOMICILIARES
1º Etapa: Nesta semana
vamos trabalhar sobre a hidrografia do continente americano
2º Momento:
- Seguem as páginas do
livro didático para leitura e o conteúdo trabalhado.
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Conteúdos |
Páginas para leitura
– Livro didático |
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Hidrografia |
137 até 141 |
3º Momento: Fazer a leitura do texto.
Sugiro que assista os vídeos sobre
as águas subterrâneas e bacias hidrográficas.
https://youtu.be/8LvS62bmWNE
https://youtu.be/embTw1Rq5DI
https://youtu.be/n_-COMIy0NM
PRINCIPAIS
CARACTERÍSTICAS NATURAIS DA AMÉRICA LATINA
A América Latina apresenta grande diversidade de paisagens que se
deve, sobretudo, à sua longa extensão longitudinal, a qual possibilita a
existência de diferentes zonas térmicas e, consequentemente, variadas formas de
vida.
A seguir, vamos conhecer melhor suas características naturais.
UMA RICA
HIDROGRAFIA
A América do Sul abriga uma vasta rede hidrográfica (observe o
mapa) em virtude de seus rios extensos e volumosos. Há grandes bacias
hidrográficas nessa região, que banham boa parte da superfície continental. As
principais são:
• Bacia do Orinoco: drena
parte dos terrenos da Floresta Amazônica, na porção venezuelana. O rio
principal, Orinoco, tem suas nascentes no planalto das Guianas.
• Bacia Platina:
compreende a área formada pelos rios Paraná, Paraguai e Uruguai. Desemboca no
oceano Atlântico, no litoral argentino e uruguaio. Suas nascentes localizam-se
nos planaltos brasileiros da porção central do continente, por um lado, e nas
montanhas andinas, por outro.
• Bacia Amazônica: o rio
principal é o Amazonas. Tem sua nascente, e de alguns de seus afluentes, em
meio às montanhas nevadas andinas, de onde corre em direção ao oceano
Atlântico.
A presença de lagos, como o Titicaca na fronteira entre Bolívia e Peru,
é marcante nas áreas montanhosas dos Andes. Alimentados sobretudo pelo
derretimento da neve, recebem as águas de vários rios da região, os quais
apresentam grande importância no abastecimento, na irrigação e na geração de
energia das cidades.
A Bacia
Amazônica e sua importância para a América do Sul
A Bacia Amazônica, por onde circula mais de 20% de toda a água
doce superficial que flui nos rios do planeta, confere às nações que a
compartilham um imenso privilégio hídrico.
Esse gigantesco volume de água, transportada pelo Rio Amazonas e
seus afluentes, tem grande parte de sua origem nas características climáticas
da região, que apresenta altos índices de precipitação.
Massas de ar provenientes do oceano Atlântico provocam chuvas na
região amazônica e ganham mais umidade ao se deslocarem em direção oeste, pois
recebem a água que evapora de rios, do solo e da densa vegetação da floresta.
Caso a floresta não existisse, parte significativa dessa umidade também não
existiria.
O caminho dessas massas de ar em direção oeste é barrado pela cordilheira
dos Andes, segunda maior cadeia de montanhas do planeta, causando intensas
precipitações onde se encontram as nascentes do Rio Amazonas e muitos outros.
Os rios da Bacia Amazônica são vitais para as populações
ribeirinhas, servindo como vias de transporte, fonte de água e alimentos. Além
disso, o regime de cheias e vazantes dos rios fertiliza os solos das várzeas,
sustentando o desenvolvimento de cultivos agrícolas.
O Rio Amazonas tem sua nascente nas montanhas dos Andes e percorre
aproximadamente sete mil quilômetros até sua foz no oceano Atlântico.
A existência de
algumas das principais bacias hidrográficas do planeta na América Latina faz
dela uma das regiões mais privilegiadas do mundo em relação à disponibilidade
de recursos hídricos, ainda que a distribuição desse recurso não seja uniforme
e algumas áreas sofram com o estresse hídrico.
Nesse sentido, destaca-se a necessidade de cooperação entre os
países que compartilham dessas bacias hidrográficas e reservatórios de águas
subterrâneas, pois impactos ambientais em determinado território causam
consequências para além das fronteiras de cada país.
No caso da Bacia Amazônica, por exemplo, são sete as nações
(Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador, Guiana, Peru e Venezuela) que compartilham
seus recursos hídricos.
Já o
Aquífero Guarani, um grande reservatório de águas subterrâneas localizado na
América do Sul, abrange partes das regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul do
Brasil e também do Paraguai, do Uruguai e da Argentina.
Em 2010, dentro do contexto da responsabilidade conjunta dos
países em relação à conservação do Aquífero Guarani, foi firmado um acordo no
qual cada nação possui soberania sobre o uso do aquífero, mas também a
responsabilidade pelos impactos ambientais que nele causar.
Em relação ao potencial hidrelétrico, a América Latina destaca-se
como uma das regiões que mais explora seus cursos de água com a construção de
usinas hidrelétricas. Vários países da região aproveitam a existência de rios
com potencial para geração de energia elétrica em seus territórios.
Os países que mais se beneficiam são os que compartilham as
maiores bacias hidrográficas do continente. Dentre eles, o Brasil se destaca
como o que mais produz e consome energia elétrica gerada em usinas
hidrelétricas, sendo as principais localizadas no Rio Madeira (Bacia
Amazônica), no Rio Paraná (Bacia Platina) e no Rio São Francisco.
A Venezuela é o segundo país latino-americano que mais gera energia por
meio dessa fonte, sendo as principais usinas no país localizadas em rios da
Bacia do Orenoco.
4º momento: Atividades
– Registrar no caderno, não esqueça de colocar a data.
1. Quais são as principais bacias Hidrográficas da América do Sul?
2. Por que os rios da Bacia Amazônica são vitais para as populações ribeirinhas?
3. Quais são as sete nações que compartilham os recursos hídricos na Bacia Amazônica?
4. Explique o que são aquíferos.
5. O aquífero Guarani é conhecido como o “Aquífero do Mercosul”. Caracterize-o e justifique sua importância para os países que o abrigam.



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